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Augusto Nardes, ministro do TCU, diz que dinheiro para pagar aposentados vai acabar

Em vídeo nas redes sociais, ministro cita déficit previdenciário e critica gastos fora do Orçamento; declaração é um alerta sobre o cenário fiscal.

Por Redação◉ 234 visualizações
Augusto Nardes, ministro do TCU, diz que dinheiro para pagar aposentados vai acabar

O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Augusto Nardes afirmou que o Brasil poderá ficar sem recursos para pagar aposentadorias caso o atual cenário das contas públicas seja mantido. A declaração foi feita em vídeo publicado no Instagram na quarta-feira, 21 de outubro, e noticiada pela Veja e pelo Metrópoles no dia seguinte.

Ao dirigir o alerta a quem pretende se aposentar pela Previdência Social, Nardes disse que, nas condições atuais, o país teria dificuldades para sustentar os pagamentos. O ministro relacionou essa avaliação ao déficit previdenciário e ao crescimento de despesas realizadas fora do Orçamento.

Segundo os números citados por ele, o déficit da Previdência supera R$ 404 bilhões, enquanto os gastos fora do Orçamento alcançam R$ 326 bilhões. Esses valores foram apresentados pelo ministro em sua manifestação e são reproduzidos aqui com essa atribuição; as reportagens consultadas não detalham o período de referência e a metodologia de cada cálculo.

Nardes usou o termo desorçamentação para criticar a execução de despesas fora da peça orçamentária. Na avaliação dele, essa prática afeta a confiança na economia brasileira e dificulta a atração de investimentos internacionais.

O ministro também comparou o quadro atual às chamadas pedaladas fiscais do governo Dilma Rousseff. Ele foi relator, no TCU, do processo que recomendou a rejeição das contas da então presidente. A comparação com a gestão atual expressa a avaliação de Nardes.

O alerta trata da sustentabilidade das contas públicas e da capacidade futura de financiamento da Previdência. As declarações reproduzidas pelas fontes consultadas não estabelecem uma data para uma eventual falta de recursos nem anunciam a suspensão de aposentadorias ou pensões.

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