
Na tarde deste domingo, 6 de setembro de 2026, um grave acidente causou comoção e interrompeu completamente as operações do Aeroporto Internacional de Miami (MIA), nos Estados Unidos. Um avião cargueiro modelo Boeing 767-300, que operava para a Amazon Prime Air (sob coordenação da companhia 21 Air), ultrapassou os limites da pista durante o pouso, invadiu uma via pública periférica, atingiu múltiplos veículos e pegou fogo.
De acordo com informações confirmadas pelas autoridades locais e pela prefeita do condado de Miami-Dade, Daniella Levine Cava, o acidente resultou em cinco mortes confirmadas e cinco feridos. Entre os sobreviventes encaminhados ao hospital, três encontram-se em estado crítico.
O voo 7598 havia partido do Aeroporto Internacional Luis Muñoz Marín, em San Juan, Porto Rico, e tocou o solo em Miami por volta das 14h (horário local). Áudios do controle de tráfego aéreo indicam que os pilotos não declararam emergência antes de pousar. Após tocar a pista diagonal, a aeronave não conseguiu parar dentro do limite pavimentado, quebrando a cerca perimetral do aeroporto, atravessando a avenida Northwest 67th e parando em uma área gramada ao lado de dois caminhões de grande porte.
Mais de 60 unidades do Corpo de Bombeiros de Miami-Dade foram mobilizadas para conter as intensas chamas e a densa fumaça preta que tomou conta da fuselagem. Embora o incêndio tenha sido controlado no fim da tarde, o aeroporto decretou um bloqueio total em solo (ground stop), suspendendo temporariamente todas as decolagens e pousos. O secretário de Transportes dos EUA, Sean Duffy, alertou os viajantes sobre cancelamentos massivos em decorrência do ocorrido.
Em nota oficial, a porta-voz da Amazon, Kelly Nantel, informou que a empresa está cooperando ativamente com as investigações locais. A Administração Federal de Aviação (FAA) e o Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB) já iniciaram as perícias técnicas para determinar o que causou a falha no freio ou na aproximação do jato.
Fox News








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