
Uma investigação federal sobre documentos migratórios antigos da deputada Ilhan Omar, democrata de Minnesota, ampliou a tensão política nos Estados Unidos. A Reuters informou que a busca em sua residência, realizada em 12 de outubro, está relacionada à apuração.
Segundo fontes ouvidas pela agência, os investigadores examinam possíveis informações falsas prestadas na entrada da família no país ou durante a naturalização. As suspeitas não representam comprovação de crime.
Omar nega irregularidades e acusa o governo de intimidação política. A ação ocorre durante sua campanha de reeleição para o Congresso.
O Departamento de Justiça confirmou anteriormente o cumprimento de um mandado autorizado judicialmente, mas não detalhou publicamente a investigação.
A deputada chegou aos Estados Unidos como refugiada em 1995 e se naturalizou em 2000. A possibilidade de contestação de sua cidadania foi relatada por fontes; não há, na cobertura consultada, decisão que tenha retirado esse status.
Fontes: Reuters, via AOL; ABC News (Austrália).







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