
A Justiça de São Paulo autorizou arrombamento e reforço policial, se necessários, para cumprir uma ordem de penhora de veículos em posse de Marcelinho Carioca. A medida integra a cobrança de indenização pela morte de um adolescente em 1998, em um sítio do ex-jogador.
Segundo reportagem do Terra publicada em 16 de outubro, a decisão foi expedida no fim de julho pelo juiz Alfredo Gehring Cardoso Falchi Fonseca, da 1ª Vara Cível de Itapetininga. Portanto, a autorização não foi emitida nesta semana.
Oficiais de Justiça tentaram localizar Marcelinho em 31 de agosto e 25 de setembro, sem sucesso. Até a publicação da reportagem, a penhora não havia sido cumprida. A dívida informada era de R$ 705 mil.
Os credores são os pais de Cristiano Donizeti Machado de Campos, que morreu aos 17 anos após ser pisoteado por um cavalo. A ação resultou no reconhecimento da responsabilidade civil do ex-atleta e está na fase de cobrança da indenização.
Em reportagem de abril, a Folha de S.Paulo explicou que Cristiano trabalhava na propriedade e não tinha treinamento para lidar com o animal. A decisão definitiva sobre a indenização remonta a 2011, e a execução começou no ano seguinte.
Na manifestação enviada à Folha naquela ocasião, a defesa de Marcelinho lamentou a morte e afirmou que ele estava à disposição da Justiça. Os advogados contestaram que o adolescente fosse funcionário direto do ex-jogador, atribuindo sua contratação a um caseiro. Essa posição é anterior às tentativas recentes de penhora.
Fontes consultadas: Terra — ordem de penhora, 16/10/2026; Folha de S.Paulo — histórico e defesa, 30/04/2026.








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