
A maioria dos americanos se opõe ao uso de mercados de previsão para apostar em resultados eleitorais, segundo pesquisa Reuters/Ipsos noticiada em 12 de outubro. A rejeição aparece nos dois principais partidos: 69% entre democratas e 61% entre republicanos.
Esses mercados permitem negociar contratos vinculados a acontecimentos futuros. Plataformas como Polymarket e Kalshi estão entre as empresas citadas pela Reuters, que registra o debate sobre riscos de manipulação e uso de informação privilegiada.
O levantamento foi realizado de 30 de setembro a 5 de outubro. Na documentação oficial, a Ipsos informa que a pesquisa ouviu 4.506 adultos nos Estados Unidos por meio do KnowledgePanel, com amostra probabilística representativa da população de 18 anos ou mais.
A Ipsos descreve ajustes de ponderação por fatores como idade, gênero, escolaridade, renda e identificação partidária. Para a amostra total, o instituto informa margem de erro de 1,5 ponto percentual, com nível de confiança de 95%. A margem é maior nos recortes por grupos.
Os percentuais divulgados refletem opiniões dos entrevistados no período da pesquisa. Eles não representam intenção de voto nem uma previsão sobre quem vencerá as eleições. O resultado aponta resistência à aplicação desses mercados especificamente à disputa eleitoral.







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