
O controle do Congresso dos Estados Unidos será disputado nas eleições de 3 de novembro em meio a debates sobre Donald Trump, imigração e custo de vida. Segundo análise da Reuters publicada em 20 de outubro, os republicanos chegam à reta final com maiorias apertadas na Câmara dos Representantes e no Senado.
A agência aponta que os democratas precisam conquistar um saldo adicional de quatro cadeiras em cada Casa para assumir o controle. O resultado influenciará a capacidade de aprovar a agenda presidencial e de fiscalizar o Executivo.
Trump participa ativamente da campanha, enquanto a condução da política migratória divide os partidos. O orçamento doméstico também ocupa posição central nas decisões dos eleitores.
As eleições de meio de mandato ocorrem entre duas eleições presidenciais. Os americanos escolhem os integrantes da Câmara dos Representantes e uma parte do Senado, além de votar em disputas estaduais e locais.
A Câmara tem mandatos de dois anos. No Senado, os mandatos duram seis anos e a renovação é escalonada. Por isso, os dois partidos precisam observar mapas eleitorais diferentes para conquistar a maioria em cada Casa.
Uma mudança no controle de apenas uma das Casas já pode alterar a negociação de projetos e a fiscalização do governo. O presidente permanece no cargo, mas a composição parlamentar define com quem precisará negociar sua agenda.
Fontes consultadas: Reuters; Associated Press.








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