
Uma pesquisa acompanhou 465 crianças e encontrou associação entre interações mais acolhedoras dos pais na primeira infância e respostas cerebrais a recompensas durante a adolescência. O trabalho foi descrito pelo Times of India em reportagem de 16 de outubro.
Segundo a publicação, pesquisadores observaram interações familiares quando as crianças tinham 3 anos. A atividade cerebral foi avaliada posteriormente, aos 9, 12, 15 e 18 anos, durante uma tarefa com resultados de ganhos e perdas.
Crianças expostas a mais apoio e encorajamento, e a menos comportamentos negativos nas interações observadas, tenderam a apresentar respostas mais fortes a recompensas. A medição foi realizada por eletroencefalografia.
O resultado indica uma associação e não demonstra que o carinho dos pais, isoladamente, cause maior felicidade ou impeça transtornos mentais. A atividade cerebral registrada na tarefa também não equivale a uma medida direta de bem-estar cotidiano.
A reportagem identifica Kaylin Hill, da Universidade de Notre Dame, como responsável pela pesquisa e informa publicação em Communications Psychology. O artigo científico não pôde ser acessado integralmente nesta apuração; os detalhes apresentados estão atribuídos ao relato jornalístico.
Fonte principal: The Times of India.







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