
Ao menos 65 líderes e integrantes de comunidades religiosas foram detidos pelas autoridades de imigração dos Estados Unidos desde janeiro de 2025, segundo levantamento da Newsweek repercutido pelo Conexión Migrante em 12 de outubro de 2026 e pelo International Business Times britânico no dia seguinte.
A pesquisa reúne pastores, sacerdotes, imãs, rabinos e outros religiosos. O levantamento utiliza registros públicos, documentos judiciais e notícias sobre casos individuais no período de ampliação da fiscalização migratória do governo Donald Trump.
Entre os episódios relatados está o do pastor pentecostal ugandense Steven Tendo, detido em Vermont em 4 de fevereiro de 2026. Segundo as reportagens, ele foi libertado após 16 dias, por determinação judicial relacionada ao descumprimento de procedimentos de sua supervisão migratória.
As situações migratórias variam: há relatos envolvendo solicitantes de asilo, residentes permanentes e pessoas com ordens de remoção. A detenção, isoladamente, não comprova condenação criminal nem demonstra que a religião tenha motivado a atuação dos agentes.
O Conexión Migrante informa que o Departamento de Segurança Nacional defendeu a fiscalização com base na situação migratória. Os subtotais por religião e os desfechos divulgados apresentam inconsistências em relação ao total anunciado, ressalva destacada pelo International Business Times. Por isso, não são reproduzidos aqui como um balanço fechado.
Fontes: Conexión Migrante, reportagem de 12 de outubro de 2026; International Business Times UK, reportagem de 13 de outubro de 2026. Ambos atribuem o levantamento à Newsweek.








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