
Familiares de Renee Good apresentaram em 1º de outubro duas ações civis relacionadas à morte da americana, baleada por um agente federal de imigração em Minneapolis em 7 de janeiro. As demandas contestam a atuação do governo dos Estados Unidos e de autoridades envolvidas na operação.
Segundo a Spectrum News, uma ação busca responsabilizar os Estados Unidos por morte indevida. A outra alega uma conspiração para interferir em direitos civis e inclui o agente Jonathan Ross entre os réus.
Good tinha 37 anos e era mãe de três filhos. A companheira e o irmão participaram da apresentação das ações, que pedem reparação pelas perdas sofridas pela família.
As alegações de negligência e uso excessivo de força são acusações dos autores e dependem de análise judicial. De acordo com a Reuters, a Casa Branca classificou os processos como infundados.
Autoridades federais haviam defendido a atuação do agente como legítima defesa. A abertura das ações não representa uma decisão judicial sobre essa versão nem sobre a responsabilidade dos acusados.
Fontes consultadas: Spectrum News (01/10/2026); Reuters (01/10/2026; atualizada em 02/10/2026).






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