
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, apresentou em 11 de outubro uma notícia-crime à Justiça Eleitoral contra Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal. O documento pede investigação sobre suposto uso da estrutura da corporação para favorecer a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo a CNN Brasil e o UOL, a representação questiona uma entrevista coletiva concedida por Rodrigues em 4 de outubro, data do primeiro turno. Na ocasião, ele anunciou uma apuração preliminar sobre possível interferência dos Estados Unidos no processo eleitoral brasileiro.
Os advogados de Flávio sustentam que a divulgação durante a votação teve finalidade eleitoral e ocorreu sem elementos suficientes para justificar o anúncio. Essa é a versão da campanha, e o protocolo da notícia-crime não comprova a prática de irregularidade.
O episódio começou após uma reportagem do jornal britânico The Guardian sobre recursos que o governo americano discutia destinar a um programa relacionado ao combate à censura e ao uso político de processos judiciais no Brasil. A Advocacia-Geral da União encaminhou o assunto aos órgãos de investigação.
A CNN informou que a apuração sobre interferência externa foi arquivada em 7 de outubro. O UOL registrou que a defesa do senador pede condução do novo procedimento pelo Ministério Público Eleitoral ou sob supervisão judicial, para evitar subordinação ao diretor da PF.
O UOL informou ter procurado Rodrigues e mantinha espaço aberto para manifestação em 11 de outubro.
Fontes consultadas: CNN Brasil; UOL.






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