
Autoridades federais apreenderam o celular da deputada democrata Ilhan Omar e emitiram mais de uma dezena de intimações, algumas destinadas a familiares, segundo informação publicada pela Associated Press em 14 de outubro. A agência atribuiu os detalhes a uma pessoa informada sobre a investigação, que falou sob anonimato.
O novo relato ocorre após agentes cumprirem um mandado de busca na residência da parlamentar em Washington, em 12 de outubro. O Departamento de Justiça confirmou à ABC News que a operação tinha autorização judicial e fazia parte de uma investigação criminal federal em andamento.
Segundo a ABC, fontes relacionaram a apuração a documentos migratórios de Omar. A existência da investigação não comprova irregularidades, e os relatos consultados não apresentam uma condenação da deputada.
A parlamentar reagiu à busca nas redes sociais e acusou o governo de usar a estrutura federal contra adversários políticos. Omar afirmou que a operação integra uma campanha de intimidação e disse que continuará se manifestando.
O momento da ação também provocou questionamentos: a deputada disputa a reeleição nas eleições legislativas de 3 de novembro. A ABC destacou que a orientação histórica do Departamento de Justiça é evitar medidas investigativas públicas contra candidatos nos 60 dias anteriores ao pleito.
Omar representa Minnesota na Câmara dos Representantes e foi eleita pela primeira vez em 2018. Nascida na Somália, chegou aos Estados Unidos como refugiada e é cidadã americana, segundo a ABC. O alcance completo da investigação permanece sem esclarecimento público nos relatos consultados.
Fontes consultadas: Associated Press — 14/10/2026; ABC News — 12/10/2026.






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