
O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, afirmou nesta terça-feira (6) que não haverá espírito de vingança contra ministros do STF. Ele falou à imprensa após reunião com o presidente da Corte, Edson Fachin, em Brasília.
Marinho disse, porém, que o Senado não deve se omitir diante de eventuais crimes de responsabilidade. Segundo a CNN Brasil, o parlamentar criticou Davi Alcolumbre (União-AP) por não dar andamento a pedidos de impeachment contra integrantes do Supremo.
O senador também defendeu uma mudança no procedimento de análise dos pedidos. Pela proposta descrita pela CNN, um requerimento de 49 senadores levaria a questão à Procuradoria do Senado para avaliação, reduzindo a dependência da decisão do presidente da Casa.
Na conversa com jornalistas, Marinho apresentou como objetivo o respeito à Constituição e à separação entre os Poderes. Segundo o parlamentar, a reunião havia sido solicitada cerca de um mês antes.
Conforme relato do Estadão Conteúdo publicado pelo InfoMoney, ele também questionou o que considera interferências de ministros na Justiça eleitoral. As críticas expressam a avaliação do senador e não demonstram, por si, a ocorrência de infrações.
A expressão “sem anistia” não corresponde à declaração registrada nas fontes consultadas sobre esse encontro. A mensagem relatada foi a combinação de rejeição à vingança com defesa da fiscalização pelo Senado.
Fontes: CNN Brasil; InfoMoney / Estadão Conteúdo.







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