
O Ministério Público de Pernambuco recomendou aos Conselhos Tutelares de Petrolina que o acolhimento emergencial de crianças e adolescentes seja adotado quando necessário, após esgotadas as alternativas de manutenção ou reintegração ao convívio familiar.
A orientação, divulgada em 5 de outubro, determina a comunicação imediata ao MPPE, acompanhada de relatório sobre a situação de risco e as providências assistenciais anteriores.
Entidades de acolhimento devem informar a entrada emergencial ao Judiciário e ao Ministério Público em até 24 horas. Também devem iniciar o Plano Individual de Atendimento, com escuta da criança e dos responsáveis.
Relatórios sobre a evolução do caso deverão ser encaminhados em intervalos de até 90 dias. Se surgir possibilidade de reintegração familiar, a comunicação deve ocorrer imediatamente, sem esperar o relatório periódico.





Comentários
Participe da conversa
Para comentar no Zip News, faça login ou crie gratuitamente seu cadastro.
Ainda não há comentários aprovados. Seja o primeiro a participar.