
A organização sem fins lucrativos Biohub anunciou em 7 de outubro a ampliação de uma iniciativa de dados biológicos para inteligência artificial, com compromissos que somam US$ 1,8 bilhão. O projeto reúne parceiros do governo dos Estados Unidos e empresas de tecnologia.
Segundo a Reuters, Meta, Google DeepMind e Isomorphic Labs aportarão conjuntamente US$ 300 milhões. O Departamento de Energia prevê mais de US$ 500 milhões ao longo de cinco anos para medições, modelagem e computação.
Os Institutos Nacionais de Saúde participarão com a coordenação de repositórios e bases construídos com financiamento federal anterior. Por isso, o valor total reúne recursos e contribuições de diferentes naturezas, não apenas dinheiro novo transferido à Biohub.
A Iniciativa de Biologia Virtual busca registrar como células respondem a diferentes condições e usar esses dados em modelos preditivos. A expectativa dos responsáveis é acelerar a pesquisa e reduzir etapas do desenvolvimento de medicamentos.
A Reuters informou que dados financiados por parceiros comerciais poderão ter períodos de acesso antecipado antes da divulgação pública. O trabalho financiado pelo governo seguirá em paralelo sem essa restrição, conforme a organização.
O projeto amplia a infraestrutura disponível para pesquisa, mas seus objetivos ainda dependem de resultados científicos. O anúncio de investimento não equivale à validação de novos tratamentos.
Fontes consultadas: Reuters / UOL Tilt; The Wall Street Journal.






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