
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em 27 de outubro que pretende proibir o uso da expressão “inteligência artificial” em documentos e outros materiais relevantes. Em publicação na rede Truth Social, ele defendeu a adoção do termo “superinteligência”, representado pela sigla “SI”.
Segundo a Reuters, Trump considera a expressão tradicional imprecisa e criticou o fato de o jornal The Wall Street Journal continuar utilizando-a. O presidente também afirmou que a mudança ocorreria “em breve”, mas não apresentou detalhes sobre como a proibição seria implementada.
Até o momento da reportagem, não estava claro quais documentos, órgãos públicos, empresas ou organizações seriam abrangidos, nem se a intenção seria formalizada por ordem executiva, orientação administrativa ou outro instrumento. Por isso, a declaração deve ser entendida como uma intenção anunciada, e não como uma mudança já implementada em todos os setores.
“Inteligência artificial” é o termo amplamente utilizado para descrever sistemas computacionais capazes de executar tarefas associadas a capacidades como reconhecimento de padrões, geração de conteúdo, previsão e apoio à tomada de decisões. “Superinteligência”, por sua vez, é um conceito distinto, geralmente usado em debates sobre sistemas hipotéticos que superariam amplamente as capacidades cognitivas humanas em diversos domínios.
A proposta coloca em evidência a disputa política e cultural sobre a forma de nomear e comunicar avanços tecnológicos. A adoção de uma nova expressão, por si só, não altera as capacidades técnicas dos sistemas nem estabelece novas regras para seu desenvolvimento ou uso.
O ZipNews continuará acompanhando eventuais documentos oficiais que esclareçam o alcance da declaração e se haverá mudanças concretas na terminologia utilizada pelo governo federal.







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