
Uma reportagem da Veja publicada em 9 de outubro atribui a Daniel Vorcaro acusações de que pessoas ligadas a Alexandre Padilha teriam cobrado propina para facilitar a captação de recursos de fundos de pensão pelo Banco Master. O ministro da Saúde nega as acusações.
Segundo a revista, o relato consta de um anexo de proposta de colaboração que não foi aceita. O suposto esquema envolveria uma cobrança de 10% sobre os recursos captados. Esses elementos são alegações atribuídas ao banqueiro, não uma conclusão judicial.
Em nota reproduzida pela publicação, Padilha afirmou que nunca agiu nem autorizou terceiros a agir em defesa de Vorcaro ou do Banco Master. Disse ainda que seus contatos com o setor financeiro, quando comandava as Relações Institucionais, integravam suas atribuições.
O ministro também informou ter solicitado providências à Advocacia-Geral da União e perícia sobre o áudio divulgado. A Exame registrou igualmente sua contestação.
A rejeição da proposta e as negativas dos citados fazem parte do contexto da reportagem. A publicação das acusações não equivale à comprovação dos pagamentos descritos.







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