A capital iraniana amanheceu sob um cenário apocalíptico neste domingo, 8 de março de 2026.
Após uma série de bombardeios coordenados por forças de Israel e dos Estados Unidos, os moradores de Teerã relataram a queda de uma substância viscosa do céu, descrita popularmente como uma “chuva de petróleo”.
Céu de Teerã coberto por nuvens negras e chuva oleosa
De acordo com relatos locais confirmados pela CNN, a água da chuva misturou-se a resíduos de óleo pulverizados pelas explosões em refinarias próximas. Consequentemente, telhados, veículos e ruas foram rapidamente cobertos por um líquido escuro e denso. Além disso, enormes colunas de fumaça preta ainda podem ser vistas de diversos pontos da cidade, bloqueando a luz solar em bairros do sul e oeste.
Primeiro ataque direto à infraestrutura de energia iraniana
Este evento marca uma escalada significativa no conflito iniciado em fevereiro. Embora ataques anteriores tenham focado em alvos militares, esta foi a primeira vez que a infraestrutura civil de energia foi visada diretamente. Pelo menos três grandes instalações petrolíferas em Koohak, Shahran e Karaj foram atingidas. Segundo as autoridades locais, o bombardeio resultou na morte de pelo menos quatro motoristas de caminhão-tanque que trabalhavam no local no momento das explosões.
Teerã sob densa fumaça preta e resíduos de óleo cobrindo ruas após bombardeios.
Impacto ambiental e humanitário na capital
Por causa da destruição dos depósitos, o abastecimento de combustível em Teerã começou a ser racionado imediatamente. Enquanto as equipes de emergência tentam conter os incêndios, especialistas alertam para os riscos respiratórios causados pela fuligem tóxica que paira sobre a região metropolitana. Portanto, o governo solicitou que a população permaneça em locais fechados para evitar o contato com a precipitação oleosa.
