Cuba vive um dos momentos mais tensos de sua história recente após um colapso quase total na rede elétrica nacional.
Atualmente, cerca de 70% da ilha permanece sem acesso à eletricidade, situação que forçou milhares de cidadãos a saírem de suas casas em protestos espontâneos. A revolta, que começou em pequenos bairros, rapidamente se espalhou pelas principais cidades do país.
Cuba enfrenta escuridão total e revolta nas principais províncias
Por causa da falha persistente na infraestrutura, serviços básicos foram interrompidos em grande escala. Dessa maneira, a indignação popular cresceu exponencialmente nas últimas horas. Pelas autoridades, racionamentos severos foram impostos, mas a medida não foi suficiente para acalmar os ânimos de uma população exausta pela escassez de recursos.
Manifestantes cubanos clamam por ação de Donald Trump
Além do grito por liberdade e energia, uma nova e forte reivindicação surgiu durante os atos públicos. Em diversas imagens que circulam nas redes sociais, manifestantes são vistos pedindo que Donald Trump intervenha militarmente na ilha. Consequentemente, o caráter dos protestos mudou de uma demanda social para um pedido de socorro geopolítico, refletindo o desespero de uma nação no escuro.
O futuro do regime em xeque perante a crise energética
Embora o governo tente atribuir as falhas a fatores externos, a pressão das ruas sugere que o regime cubano pode estar com seus dias contados. Portanto, a falta de capacidade técnica para restaurar a rede elétrica coloca em risco a própria estabilidade do comando atual. A comunidade internacional observa atentamente, enquanto as ruas de Havana e Santiago de Cuba permanecem ocupadas por um povo que não aceita mais a inércia estatal.
