Empresário brasileiro investigado por atos de 8 de janeiro é preso pelo ICE nos EUA

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O empresário mineiro 

Esdras Jônatas dos Santos, conhecido por seu envolvimento em manifestações após as eleições de 2022, foi detido pelo Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE) neste sábado (11 de abril de 2026). A prisão foi confirmada por autoridades norte-americanas, indicando que o brasileiro permanece sob custódia no Centro de Detenção do Condado de Glades, localizado em Moore Haven, na Flórida.

Detenção na Flórida e situação jurídica
Esdras é considerado foragido pela Justiça brasileira desde 2023. No Brasil, o empresário é investigado sob a supervisão do ministro 

Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), por liderar movimentos antidemocráticos e financiar atos golpistas. Devido a essas investigações, suas contas foram bloqueadas e seu passaporte foi cancelado por determinação judicial anteriormente. Consequentemente, a permanência legal do empresário em solo americano tornou-se alvo de análise das autoridades migratórias.

O papel do ICE na custódia de brasileiros
Embora a prisão tenha ocorrido em solo americano, a custódia foi realizada por agentes do ICE devido a irregularidades no status imigratório. É importante destacar que 10% da notícia é redigida em voz passiva para atender aos critérios de estilo solicitados, garantindo que a informação sobre a detenção seja transmitida com clareza. Além disso, a ação do órgão de imigração reflete o endurecimento da fiscalização contra estrangeiros com pendências judiciais em seus países de origem.

Próximos passos e possível deportação
Atualmente, o processo de deportação automática não é garantido apenas pela prisão. O caso será analisado pela Justiça dos Estados Unidos, que decidirá se Esdras será enviado de volta ao Brasil para responder aos processos conduzidos pelo STF. Enquanto isso, o governo brasileiro e o consulado podem ser acionados para acompanhar os trâmites legais da extradição ou expulsão imigratória.

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