
Um estudo divulgado pela Universidade de Notre Dame relacionou interações parentais positivas na infância a uma resposta cerebral mais intensa a recompensas na adolescência. A pesquisa, publicada na Communications Psychology, acompanhou 465 jovens e seus pais durante 15 anos.
A equipe de Kaylin Hill observou interações quando as crianças tinham três anos. Depois, avaliou respostas cerebrais aos nove, 12, 15 e 18 anos, com eletroencefalograma e um jogo de recompensas monetárias.
Comportamentos de acolhimento e incentivo estiveram associados a respostas mais fortes aos ganhos. A investigação é observacional: identifica uma relação, mas não demonstra que um estilo parental, sozinho, determine a saúde mental futura.
Segundo Hill, os resultados podem orientar pesquisas sobre apoio precoce a pais e filhos.
Fontes consultadas: Universidade de Notre Dame.







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