A ação, ocorrida na madrugada de 3 de janeiro de 2026, envolveu tecnologia furtiva, forças especiais e ataques aéreos coordenados para garantir a extradição do ex-líder.
A captura de Nicolás Maduro não foi apenas uma prisão política, mas uma das operações militares mais complexas do século XXI. Denominada informalmente como uma missão de “extração de alto valor”, a ação mobilizou o comando central dos Estados Unidos para desmantelar a cúpula do governo venezuelano em poucas horas.
A Invasão: Tecnologia e Forças Especiais
A operação começou por volta das 02:00 (horário de Caracas), quando aeronaves equipadas com tecnologia stealth (invisíveis a radares) neutralizaram as comunicações e os sistemas de defesa antiaérea da Venezuela. Simultaneamente, equipes da Delta Force e dos Navy SEALs realizaram uma incursão terrestre em pontos estratégicos de Caracas.
O Cerco ao Forte Tiuna
O foco principal foi o Forte Tiuna, complexo militar onde Maduro buscava refúgio. Relatos indicam que o uso de drones de última geração permitiu localizar a posição exata de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Após um breve confronto com a guarda presidencial, as forças americanas garantiram a rendição do ex-líder sem resistência prolongada.
Extração e Destino Final
Após serem detidos, Maduro e Flores foram levados por helicópteros para um porta-aviões posicionado em águas internacionais e, de lá, transportados para Nova York. O casal agora enfrenta o sistema judiciário americano, acusados de liderar o “Cartel dos Sóis” e de promover o narcoterrorismo global.
