O ambiente político em Brasília atingiu um estado de alerta máximo nesta quarta-feira, 25 de março de 2026. De acordo com fontes de bastidores, um clima de apreensão tomou conta do Palácio do Planalto após a notícia de que
Fabiano Zettel, cunhado do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, trocou sua equipe de defesa. Nesse sentido, o movimento é visto como um passo decisivo para a formalização de um acordo de delação premiada no âmbito do Caso Banco Master.
O impacto da possível colaboração premiada
Fabiano Zettel é apontado pelas investigações da Operação Compliance Zero como uma peça-chave no esquema de fraudes bilionárias. Além disso, mensagens encontradas pela Polícia Federal indicam uma proximidade perigosa entre o grupo empresarial e figuras do alto escalão do governo. Por essa razão, a possibilidade de que nomes de ministros e congressistas sejam revelados tem gerado o que aliados chamam de “clima de terror” nos corredores do poder.
Portanto, a estratégia da nova defesa, agora liderada pelo advogado Celso Vilardi, parece focar em uma colaboração conjunta com Vorcaro. Dessa forma, o governo federal monitora de perto os desdobramentos jurídicos, enquanto tenta se distanciar das narrativas que ligam a agenda presidencial aos investigados. Em contrapartida, a oposição intensifica as cobranças por transparência, utilizando o avanço das apurações como combustível político.
Próximos passos das investigações
Atualmente, as quebras de sigilo bancário e fiscal de
Zettelsão analisadas pela CPI do Crime Organizado. Consequentemente, novos depoimentos devem ser agendados para as próximas semanas. Enquanto isso, a expectativa em torno do conteúdo que poderá ser entregue às autoridades mantém Brasília em suspense, aguardando para saber se a delação atingirá o coração da atual gestão.
