EUA Intensificam Presença Naval ao Norte de Cuba Após Captura Histórica de Nicolás Maduro

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Em um movimento que mantém o Caribe em alerta máximo, os Estados Unidos reposicionaram dois poderosos navios de assalto anfíbio — o USS Iwo Jima e o USS San Antonio — para águas estratégicas a poucas milhas ao norte de Cuba, logo após a surpreendente operação que resultou na captura do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro no dia 3 de janeiro de 2026.

A ação militar americana, batizada de Operação Determinación Absoluta (ou Absolute Resolve), envolveu bombardeios coordenados em Caracas e outras regiões venezuelanas, culminando na prisão de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.

O líder chavista, acusado nos EUA de narcoterrorismo, lavagem de dinheiro e chefiar o chamado Cartel de los Soles, foi levado inicialmente para o convés do USS Iwo Jima e, em seguida, transferido para Nova York, onde enfrenta julgamento em tribunal federal.Especialistas em defesa interpretam o novo posicionamento naval como um sinal claro de continuidade da pressão sobre o regime cubano, principal aliado histórico de Maduro e do chavismo. A perda das exportações de petróleo venezuelano — que sustentavam grande parte da economia cubana — já agrava a crise energética e alimentar na ilha, e a presença americana reforça temores de que Havana possa ser o próximo alvo de Washington.

“Se eu morasse em Havana e estivesse no governo, estaria preocupado”, comentou a analista Annie Jacobsen logo após a captura de Maduro, em declaração que ganhou repercussão internacional.

A operação também contou com o apoio do porta-aviões USS Gerald R. Ford e de cerca de 15 mil a 20 mil militares na região, além de interceptações de petroleiros da chamada “frota fantasma” que burlavam sanções contra Venezuela, Irã e Rússia.Repercussão nas redes e entre a oposição cubanaNas redes sociais, especialmente entre a diáspora cubana e venezuelana, a movimentação é vista como um possível início do fim do regime castrista.

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Postagens com montagens de navios de guerra, caças e frases como “O cerco está se fechando” e “2026 será o ano da liberdade para Cuba” viralizam rapidamente, com milhares de curtidas e compartilhamentos em poucas horas.

Enquanto o governo cubano mantém silêncio oficial até o momento, analistas apontam que a combinação de crise interna + isolamento econômico + presença militar americana cria o cenário mais delicado para o regime desde o colapso da União Soviética.Palavras-chave relacionadas: captura Nicolás Maduro, USS Iwo Jima Cuba, movimentação naval EUA Caribe, regime cubano em crise, operação contra ditadura Cuba, fim do castrismo 2026, bloqueio naval Venezuela.

O desenrolar das próximas semanas será decisivo para entender se o reposicionamento é apenas uma demonstração de força ou o prelúdio de ações mais diretas na região. O ano de 2026 começou com mudanças tectônicas na América Latina — e o Caribe continua no centro das atenções mundiais.

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