Como o Governo Lula tornou o Brasil o campeão mundial de impostos em 2025

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Com a maior carga tributária do mundo e mais de 20 aumentos de impostos desde 2023, o Brasil de 2025 torna o empreendedorismo uma atividade de alto risco.

Enquanto em países desenvolvidos a concorrência de mercado é o que dita o sucesso ou o fracasso de um negócio, no Brasil, o empresário enfrenta um adversário muito mais voraz: o Estado. Em dezembro de 2025, o cenário para quem gera empregos é desolador. O país consolidou-se não apenas como um dos mais burocráticos, mas como o detentor da maior alíquota de imposto sobre consumo do planeta.

O Recorde que Ninguém Queria: O IVA de 28%

Com o avanço da regulamentação da Reforma Tributária, o Brasil oficializou em 2025 uma alíquota de IVA (Imposto sobre Valor Agregado) que chega a 28%. O índice supera países como Hungria e Noruega, tornando o produto brasileiro menos competitivo e o custo de vida insustentável para o consumidor final. O governo Lula, sob a justificativa de “ajuste fiscal”, transformou a simplificação prometida em uma arrecadação recorde que já ultrapassa 32% do PIB.

A Metralhadora Tributária: 24 Aumentos em 3 Anos

Desde que assumiu em 2023, a gestão atual implementou uma política agressiva de arrecadação. Levantamentos apontam que o governo já criou, aumentou ou restabeleceu impostos pelo menos 24 vezes. Entre os principais entraves criados ou amplificados em 2024 e 2025, destacam-se:

  1. O Fim da Desoneração da Folha: Um golpe direto em 17 setores que mais empregam no país.
  2. Taxação de Compras Internacionais: A “Taxa das Blusinhas” que encareceu insumos para pequenos lojistas.
  3. Imposto Seletivo (Imposto do Pecado): Sobrecarregando cadeias produtivas inteiras sob o pretexto extrafiscal.
  4. Volta do DPVAT e PIS/Cofins sobre Combustíveis: Elevando o custo logístico, que é repassado a cada prateleira do país.
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O Custo da Sobrevivência

Para o micro e pequeno empresário, a carga não é apenas financeira, mas temporal. O Brasil continua sendo o país onde se gasta mais horas por ano (cerca de 1.500 horas) apenas para calcular e pagar impostos. Esse tempo, que deveria ser gasto em inovação e expansão, é consumido pela burocracia estatal.

Em 2025, o “sócio majoritário” de qualquer empresa brasileira é o governo. Ele fica com a maior parte do lucro através de impostos sobre a renda, faturamento e consumo, mas não entrega infraestrutura, segurança ou educação de qualidade em contrapartida. O resultado? Fuga de capitais, desindustrialização e um país que castiga quem ousa produzir.

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