Ofensiva do Centcom foca em travar ameaça marítima
De acordo com o comunicado oficial emitido pelo comando militar americano, caças, navios de guerra e drones de ataque participaram da operação. As munições de precisão atingiram radares costeiros, depósitos de mísseis e plataformas de lançamento controladas pelo governo iraniano. Primordialmente, o Pentágono justifica que o objetivo central da investida é degradar os recursos que o Irã utiliza para assediar o comércio global. Em contrapartida, o Irã confirmou que pelo menos sete de seus militares morreram durante os bombardeios no sudeste do país.
Trump encerra cessar-fogo e promete endurecer ataques
A escalada de violência explodiu após o presidente Donald Trump declarar o fim definitivo do acordo de cessar-fogo que havia sido assinado em junho. O líder norte-americano acusou Teerã de descumprir os termos da trégua ao interceptar ilegalmente navios petroleiros. Além disso, Trump alertou publicamente que a infraestrutura civil e energética iraniana, incluindo pontes e usinas de energia, será destruída na próxima semana caso o país persista com as agressões. Igualmente, os Estados Unidos enviaram uma notificação de hostilidades ao Congresso para assegurar o envio imediato de recursos à região.
Retaliação regional e impactos na economia mundial
Como consequência imediata dos ataques dos EUA, a Guarda Revolucionária do Irã realizou uma contraofensiva pesada com mísseis e drones. Bases com ligações americanas no Kuwait e no Bahrein foram alvos das forças iranianas, o que ativou os sistemas de defesa aérea desses países aliados. Todavia, o maior impacto imediato recai sobre a economia. O Estreito de Ormuz abriga a principal rota de escoamento de combustíveis do planeta e o Irã ameaça fechar a passagem por completo. Portanto, os mercados reagiram instantaneamente à instabilidade global com uma forte alta no preço internacional do barril de petróleo Brent.
