DETROIT, Michigan — Um ex-membro dos Socialistas Democráticos da América (DSA) disparou duras críticas contra a liderança atual da organização e mirou diretamente no médico e político Abdul El-Sayed, atual candidato democrata ao Senado pelo estado de Michigan nas competitivas eleições de meio de mandato de 2026. Segundo o relato divulgado pela Fox News, o grupo socialista abandonou suas raízes moderadas e foi totalmente tomado por facções marxistas e leninistas.
O dissidente afirmou que a atual co-presidente do DSA, Megan Romer — amplamente classificada como marxista-leninista —, liderou uma votação interna que removeu o veto histórico à atuação de membros de extrema-esquerda radical dentro das fileiras do partido. O crítico alertou que setores da organização passaram a adotar discursos alinhados a grupos considerados organizações terroristas estrangeiras pelos Estados Unidos.
O Foco em Abdul El-Sayed
A acusação mais contundente recaiu sobre Abdul El-Sayed, a quem o ex-membro chamou de “desonesto”. De acordo com as denúncias, El-Sayed tenta desesperadamente suavizar sua imagem pública e vender-se como um capitalista moderado para atrair eleitores de centro no关键 estado de Michigan, enquanto mantém laços e acenos implícitos com o extremismo ideológico.
A corrida eleitoral de Michigan tornou-se um dos campos de batalha mais caros e polarizados do país. Do outro lado da disputa, o ex-deputado republicano Mike Rogers tem aproveitado as polêmicas para desgastar a campanha democrata, acusando El-Sayed de ser um cavalo de Troia da extrema-esquerda radical e de organizações islâmicas controversas.
Enquanto isso, a campanha de El-Sayed trabalha em ritmo acelerado para conter os danos e unificar os democratas em Michigan, tentando afastar os rótulos de “socialista” e “comunista” que a oposição impõe às vésperas de uma votação que decidirá o controle do Senado americano.
Fox News