O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu publicamente a redução drástica do número de ministérios no governo federal como medida urgente para conter a dívida pública.
A forte declaração foi compartilhada em vídeo pelo deputado estadual Danilo Balas (PL-SP) e rapidamente acendeu o debate sobre austeridade fiscal no país. Segundo o parlamentar, o equilíbrio das contas do Estado não será alcançado apenas com o aumento da arrecadação de impostos, exigindo um corte real e imediato nas despesas da máquina pública.
A proposta central do senador visa enxugar a estrutura atual de Brasília para retomar a eficiência administrativa [1]. Atualmente, o governo federal é composto por 39 ministérios, mas a meta sugerida por Flávio Bolsonaro é reduzir esse total para apenas 27 pastas ou menos. Esse modelo administrativo defende a eliminação de cargos desnecessários e o foco em resultados práticos para a população. Além disso, o parlamentar lembrou que o ex-presidente Jair Bolsonaro governou com uma estrutura muito mais enxuta, alcançando superávit em contas públicas do período.
A repercussão do posicionamento nas redes sociais foi imediata e dividiu opiniões entre internautas e analistas políticos. Apoiadores da ala bolsonarista reforçam que a fusão de pastas é o único caminho sustentável para frear os gastos descontrolados. Por outro lado, defensores do atual modelo argumentam que estruturas amplas são fundamentais para atender de forma especializada as demandas sociais e setoriais do Brasil. O tema recoloca a responsabilidade fiscal e a redução do Estado no centro do debate político nacional.
