Maduro no Banco dos Réus: Mike Johnson Defende Operação Militar dos EUA na Venezuela como “Decisiva e Justificada”

Mais lidas

WASHINGTON – O Presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Mike Johnson, classificou a recente operação militar que resultou na captura de Nicolás Maduro como uma ação “decisiva e justificada” para a segurança nacional americana. Em comunicado oficial divulgado após o início da Operação Absolute Resolve, Johnson afirmou que o ex-líder venezuelano está finalmente sendo responsabilizado por crimes que custaram a vida de milhares de cidadãos americanos.

“A Hora da Responsabilidade”

Segundo Johnson, Maduro é o principal responsável por anos de tráfico ilícito de drogas e pela infiltração de membros de cartéis violentos nos Estados Unidos. O parlamentar ressaltou que Maduro já enfrentava acusações formais em tribunais americanos e que um mandado de prisão devidamente emitido justificava a intervenção militar.

“Hoje ele aprendeu o que significa ser responsabilizado”, declarou Johnson, elogiando a liderança do Presidente Donald Trump por “colocar a vida dos americanos em primeiro lugar” e ter sucesso onde administrações anteriores falharam.

Detalhes da Operação Militar

A captura ocorreu na madrugada de 3 de janeiro de 2026, em uma incursão aérea e terrestre coordenada em Caracas.

  • Forças Envolvidas: A operação contou com unidades de elite como a Delta Force e o 160º Regimento de Aviação de Operações Especiais (Night Stalkers), apoiados por mais de 150 aeronaves.
  • Captura: Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram detidos em seu complexo presidencial e transportados inicialmente para o navio USS Iwo Jima antes de serem levados para Nova York.
  • Baixas: Relatos indicam que ao menos 80 pessoas morreram no lado venezuelano durante os ataques, enquanto os EUA reportaram apenas dois soldados feridos.

Maduro se declara inocente em Nova York

Nesta segunda-feira, 5 de janeiro de 2026, Maduro compareceu perante um juiz federal em Manhattan. Vestindo um uniforme de detento, ele se declarou inocente das acusações de narcoterrorismo e tráfico de armas. Através de um intérprete, o ex-líder afirmou: “Sou inocente… Sou um homem decente. Ainda sou o presidente do meu país”.

Leia  EUA exige biometria de todos os estrangeiros a partir de 26 de dezembro: mudança afeta entrada e saída do país

O juiz distrital Alvin Hellerstein ordenou que Maduro permaneça preso sem fiança até a próxima audiência, marcada para 17 de março de 2026.

Reações Internacionais e Tensões no Congresso

Enquanto republicanos como Johnson e o Senador John Thune defendem a legalidade da ação sob a autoridade constitucional do Comandante-em-Chefe, líderes democratas como Hakeem Jeffries e Chuck Schumer criticaram a falta de transparência e de autorização prévia do Congresso.

No cenário internacional, o Conselho de Segurança da ONU realizou uma reunião de emergência, onde aliados e adversários dos EUA debateram se a operação violou a soberania venezuelana e a Carta das Nações Unidas.

More articles

Deixe uma resposta

Última HORA