governo de Cuba confirmou oficialmente que 32 militares e oficiais cubanos morreram em solo venezuelano durante a operação militar lançada pelos Estados Unidos em janeiro de 2026. Segundo o Ministério das Relações Exteriores de Cuba, os soldados foram vítimas tanto de bombardeios aéreos quanto de confrontos terrestres diretos em Caracas, no que Havana descreveu como um “ato de agressão imperialista”.
Confronto em Caracas e Guarda de Maduro
As baixas ocorreram durante a madrugada de 3 de janeiro de 2026, quando forças de elite dos EUA iniciaram a incursão para capturar Nicolás Maduro. Relatórios indicam que os militares cubanos faziam parte da rede de segurança e inteligência que fornecia apoio estratégico ao governo venezuelano.
- Combate Direto: Soldados cubanos teriam travado combate com unidades americanas nas proximidades do Palácio de Miraflores e em complexos de segurança na capital.
- Ataques Aéreos: Grande parte das mortes foi atribuída a bombardeios de precisão realizados pela aviação americana em Caracas e nos estados vizinhos de Miranda e Aragua.
Reação de Havana e Luto Nacional
O presidente cubano Miguel Díaz-Canel decretou luto nacional pela morte dos “combatentes internacionalistas” e acusou os Estados Unidos de “terrorismo de Estado”. Em comunicado, o governo cubano reafirmou sua solidariedade à Venezuela e exigiu uma resposta urgente da comunidade internacional.
A presença de militares cubanos na Venezuela sempre foi um ponto de tensão para Washington, que alegava a existência de milhares de agentes de inteligência de Havana infiltrados no exército bolivariano.
Implicações Diplomáticas
A morte de soldados cubanos eleva a tensão entre Washington e Havana ao nível mais alto em décadas. Enquanto o governo de Donald Trump justifica a operação como necessária para deter o narcoterrorismo de Maduro, Cuba e aliados como a Colômbia condenaram a intervenção como uma violação da soberania latino-americana.
