O secretário de Guerra dos Estados Unidos, Peter Hegseth, reafirmou nesta segunda-feira sua posição em relação às decisões de combate tomadas por um comandante militar durante o ataque mortal de 2 de setembro contra um navio suspeito de tráfico de drogas no Caribe. A declaração ocorre enquanto parlamentares americanos se preparam para uma reunião informativa confidencial sobre o caso, marcada para o fim desta semana.
O secretário de Guerra dos Estados Unidos, Peter Hegseth, reafirmou nesta segunda-feira sua posição em relação às decisões de combate tomadas por um comandante militar durante o ataque mortal de 2 de setembro contra um navio suspeito de tráfico de drogas no Caribe. A declaração ocorre enquanto parlamentares americanos se preparam para uma reunião informativa confidencial sobre o caso, marcada para o fim desta semana.
O secretário de Guerra dos Estados Unidos, Peter Hegseth, reafirmou nesta segunda-feira sua posição em relação às decisões de combate tomadas por um comandante militar durante o ataque mortal de 2 de setembro contra um navio suspeito de tráfico de drogas no Caribe. A declaração ocorre enquanto parlamentares americanos se preparam para uma reunião informativa confidencial sobre o caso, marcada para o fim desta semana.
O secretário de Guerra dos Estados Unidos, Peter Hegseth, reafirmou nesta segunda-feira sua posição em relação às decisões de combate tomadas por um comandante militar durante o ataque mortal de 2 de setembro contra um navio suspeito de tráfico de drogas no Caribe. A declaração ocorre enquanto parlamentares americanos se preparam para uma reunião informativa confidencial sobre o caso, marcada para o fim desta semana.
A manifestação de Hegseth veio após reportagem publicada pelo The Washington Post na última sexta-feira, afirmando que ele teria ordenado verbalmente que todos a bordo da embarcação suspeita fossem mortos durante a operação. Segundo o jornal, um segundo ataque teria sido conduzido para eliminar sobreviventes que ainda estariam no barco após a primeira investida.
A Casa Branca, no entanto, informou na segunda-feira que o segundo ataque foi autorizado por Hegseth, mas que as ordens operacionais e as diretrizes de engajamento partiram do chefe do Comando de Operações Especiais dos Estados Unidos, o Almirante Franklin Bradley. Na época da operação, Brandley comandava o Joint Special Operations Command, subordinado ao Comando de Operações Especiais do país.
Pelas redes sociais, Hegseth saiu em defesa do militar. “Vamos deixar uma coisa bem clara: o almirante Brandley é um herói americano, um verdadeiro profissional e tem meu apoio incondicional. Os Estados Unidos têm a sorte de contar com homens assim para nos proteger”, escreveu o secretário na plataforma X.
De acordo com informações repassadas ao Associated Press, Brandley deverá apresentar um relatório confidencial na quinta-feira a legisladores responsáveis pela supervisão das Forças Armadas, detalhando as decisões operacionais e o enquadramento jurídico da missão.
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou a repórteres que o ataque de 2 de setembro ocorreu em águas internacionais e foi executado “em legítima defesa”, seguindo o direito dos conflitos armados. Levitt não comentou as alegações publicadas pelo Washington Post, mas reforçou que a operação está sob revisão e que o governo fornecerá aos parlamentares todas as informações classificadas necessárias.
O episódio reacendeu o debate sobre protocolos de engajamento das forças especiais americanas e o grau de autonomia concedido aos comandantes em operações marítimas contra redes internacionais de tráfico.
Fox News
