Em movimento estratégico, o presidente Donald Trump garante cortes de preços que buscam alinhar os custos dos medicamentos americanos aos padrões internacionais, beneficiando milhões de pacientes.
O presidente Donald Trump anunciou, na última sexta-feira (19 de dezembro de 2025), a formalização de acordos individuais com nove das maiores empresas farmacêuticas do mundo para reduzir drasticamente o preço de medicamentos essenciais nos Estados Unidos. A medida faz parte da política de “Nação Mais Favorecida” (MFN), que visa garantir que os americanos não paguem mais por remédios do que os cidadãos de outros países desenvolvidos.
As empresas envolvidas nesta rodada incluem gigantes como Merck, Bristol Myers Squibb, Amgen, Gilead Sciences, GSK, Sanofi, Novartis, Genentech (Roche) e Boehringer Ingelheim. Com esses novos termos, 14 das 17 principais farmacêuticas do país já aderiram ao programa da administração Trump.
Principais pontos dos acordos:
- Cortes Drásticos: Algumas farmacêuticas, como a Merck e a Sanofi, prometeram descontos de até 70% em medicamentos para diabetes, doenças cardíacas e infecções em vendas diretas ao consumidor.
- Gratuidade no Medicaid: A Bristol Myers Squibb concordou em fornecer o anticoagulante Eliquis, um dos mais prescritos do mundo, de forma gratuita para o programa Medicaid.
- Isenção de Tarifas: Em contrapartida, as empresas que aderiram ao acordo receberão uma isenção de três anos sobre tarifas de importação de insumos farmacêuticos, desde que aumentem seus investimentos em produção e pesquisa dentro dos EUA.
- TrumpRx: O governo lançará em janeiro de 2026 a plataforma TrumpRx.gov, um portal federal para que pacientes comprem medicamentos com desconto diretamente dos fabricantes, contornando intermediários.
“Esta é a maior vitória para a acessibilidade dos pacientes na história da saúde americana”, afirmou Trump durante o anúncio na Casa Branca. Embora o mercado financeiro tenha reagido com cautela, analistas apontam que o acordo evita regulamentações mais severas e oferece previsibilidade para o setor nos próximos anos.
Fox News
