Flávio Bolsonaro compara governos e afirma que economia sob Lula entra em déficit após superávit na era Bolsonaro

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O senador Flávio Bolsonaro divulgou um vídeo nas redes sociais em que faz uma comparação direta entre os indicadores econômicos do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro e os números atuais da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na gravação, o parlamentar afirma que o Brasil encerrou o governo Bolsonaro com milhões em caixa e controle da dívida pública, enquanto o atual governo enfrenta déficit crescente e deterioração das contas públicas.

Segundo Flávio Bolsonaro, mesmo diante de um cenário adverso marcado pela pandemia da Covid-19 e pelos impactos econômicos da guerra no Leste Europeu, o governo anterior conseguiu manter equilíbrio fiscal, reduzir o endividamento e garantir resultados positivos nas estatais. O senador destaca que, à época, empresas como os Correios apresentavam lucro, assim como outras estatais estratégicas, contribuindo para a saúde financeira do Estado.

Em contraste, o vídeo aponta que, no governo Lula, diversas estatais voltaram a registrar prejuízos, pressionando o Tesouro Nacional e ampliando o endividamento público. Para Flávio Bolsonaro, a mudança de política econômica e fiscal estaria agravando o cenário financeiro do país e comprometendo a sustentabilidade das contas públicas a médio e longo prazo.

O senador também sustenta que o desempenho econômico do governo Bolsonaro demonstrou capacidade de gestão mesmo em um ambiente internacional hostil, enquanto a atual administração, em um contexto menos severo, enfrenta dificuldades para conter gastos e equilibrar receitas. A crítica se soma a um discurso recorrente da oposição, que tem responsabilizado o Planalto pelo aumento do déficit e pela piora dos indicadores fiscais.

A publicação do vídeo ocorre em meio ao aumento do debate político sobre sucessão presidencial e economia, com aliados do ex-presidente Bolsonaro intensificando comparações entre os dois governos. A avaliação sobre os números fiscais e o desempenho das estatais deve seguir no centro da disputa política, especialmente diante das discussões sobre responsabilidade fiscal e crescimento econômico no país.

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