Debra Leigh Newton, de 66 anos, foi presa na Flórida acusada de sequestrar a própria filha em 1983 e mantê-la longe do pai por mais de quatro décadas. O caso, que começou no estado de Kentucky, voltou à tona após novas investigações levarem à localização da mulher, que vivia sob identidade falsa.
Segundo as autoridades, Debra saiu de Louisville em 1983 levando a filha, então com apenas 3 anos, sem autorização do pai da criança. Após o desaparecimento, ela rompeu todo contato com a família paterna, dando início a um dos casos de sequestro parental mais longos já registrados no estado.
Durante anos, Debra Newton teria vivido em diferentes lugares, incluindo a Flórida, usando outro nome e construindo uma nova vida. A filha cresceu sem saber sua verdadeira identidade nem que era considerada desaparecida. O caso só avançou recentemente após uma denúncia anônima e o cruzamento de informações, incluindo testes de DNA, que confirmaram a identidade da suspeita.
A filha, hoje adulta, foi localizada viva e informada sobre sua história. Ela já teria se reencontrado com o pai biológico, encerrando uma espera de mais de 40 anos marcada por incertezas e sofrimento.
Debra Newton foi presa no condado de Marion, na Flórida, e responde por interferência ilegal de custódia, crime que não prescreve. Ela deve responder ao processo na Justiça de Kentucky. As autoridades afirmam que o caso segue em andamento e pode ter novos desdobramentos.
Fox News
