O Departamento do Tesouro dos EUA interceptou quase US$ 99 milhões em pagamentos federais indevidos destinados a pessoas falecidas, após a implementação de uma ordem executiva de combate a fraudes assinada pelo presidente Donald Trump. A operação barrou os repasses antes que os recursos saíssem dos cofres públicos.
Executar triagem em massa protege cofres públicosA fiscalização massiva foi conduzida por meio de um novo sistema de verificação antifraude administrado pelo governo norte-americano. De acordo com os dados oficiais divulgados pelo órgão, cerca de 885 milhões de transações financeiras passaram por essa varredura tecnológica. O volume total auditado pela ferramenta somou aproximadamente US$ 2,77 trilhões em movimentações governamentais.
Como resultado direto desse monitoramento, mais de 4.900 transferências irregulares foram identificadas eletronicamente. Os valores bloqueados acabaram devolvidos às agências federais de origem para uma análise detalhada antes de qualquer desembolso definitivo.
Modernizar sistemas evita desperdício de impostos
O atual Secretário do Tesouro, Scott Bessent, destacou que o objetivo central da iniciativa é bloquear o dinheiro diretamente na fonte emissora. Consequentemente, a recuperação de valores após o envio torna-se desnecessária, reduzindo custos operacionais graves.
Essa ação estratégica baseia-se no acesso permanente ao Full Death Master File da Administração do Seguro Social. A autorização legal definitiva foi concedida por meio da lei federal “Ending Improper Payments to Deceased People Act”.
A cooperação técnica conta ainda com o suporte da Força-Tarefa para Eliminação de Fraudes, liderada pelo vice-presidente JD Vance. Projeções internas indicam que a economia total gerada por esses cruzamentos digitais de dados pode alcançar a marca de US$ 330 milhões acumulados.
