O cenário geopolítico global foi abalado neste sábado (28 de fevereiro de 2026) por notícias sobre a possível morte de Ali Khamenei. De acordo com informações preliminares divulgadas pelo Canal 12 de Israel, a residência oficial da Guida Suprema teria sido um dos alvos principais em um ataque coordenado entre forças israelenses e dos Estados Unidos.
Dessa maneira, a emissora israelense reportou que “indícios crescentes” apontam para o falecimento ou incapacitação grave do líder. Apesar disso, as autoridades de Israel ainda tratam a informação como uma “avaliação de inteligência em curso”, sem uma confirmação definitiva por meio de evidências visuais.
Irã nega informações e fala em “guerra psicológica”
Em resposta imediata, o governo de Teerã buscou desmentir os boatos. O Ministro das Relações Exteriores do Irã afirmou, em entrevista a canais internacionais, que Khamenei está vivo e em segurança. No entanto, o fato de o líder não ter aparecido em um pronunciamento ao vivo desde o início da ofensiva militar alimenta as especulações.
Ademais, fontes ligadas à segurança regional indicam que o sistema de comando e controle do Irã foi severamente afetado. Nesse sentido, vídeos de comemoração e incerteza circulam nas redes sociais, enquanto o mundo aguarda uma prova concreta de vida ou um anúncio oficial de sucessão.
O impacto de uma eventual sucessão no regime
A morte de Ali Khamenei, caso confirmada, representaria o fim de uma era de 35 anos no poder. Consequentemente, o Irã enfrentaria um vácuo de liderança sem precedentes. Analistas alertam que a Guarda Revolucionária poderia tentar assumir o controle total para evitar o colapso do regime teocrático.
Portanto, a situação permanece em aberto e extremamente volátil. Enquanto novas informações não são verificadas, o Itamaraty e outros órgãos internacionais já expressaram profunda preocupação com a escalada da violência e o risco de uma guerra total na região.
