O avanço das facções criminosas na América Latina ganhou um novo e poderoso adversário em 2026. Alinhado com a defesa ferrenha da lei, da ordem e da propriedade privada, o governo dos Estados Unidos endureceu drasticamente a sua postura ao classificar formalmente o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. A medida ativou o Comando Sul americano (SOUTHCOM) em novas forças-tarefas de combate ao narcoterrorismo, asfixiando o financiamento internacional dessas máfias que destroem famílias e corroem a economia regional.
Diante desse cenário de guerra geopolítica, o vídeo do advogado criminalista Jeffrey Chiquini gerou grande repercussão ao apontar uma suposta intervenção armada iminente. Contudo, defensores do conservadorismo e do realismo político destacam que a soberania nacional do Brasil permanece intacta: não há tropas americanas operando em solo nacional. O combate de campo contra a criminalidade interna continua sendo uma missão de honra exclusiva das Forças Armadas brasileiras e das polícias, que detêm a competência legítima para restabelecer o impunidade zero no país.
A cooperação internacional, no entanto, é vista pela direita como um pilar estratégico indispensável. O Brasil e outras 18 nações demonstram força militar ao participar do Panamax 2026, um exercício multinacional focado em proteger as rotas de comércio do Canal do Panamá e neutralizar as redes dos cartéis. Esta aliança estratégica com os EUA, focada em inteligência compartilhada, sanções financeiras e congelamento de ativos no exterior, é o caminho ideal para enfraquecer o império bilionário do crime organizado, blindando as fronteiras americanas e latinas sem ferir a autonomia e o orgulho das nações soberanas.
